Goiânia 30 anos – Césio 137

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Goiânia 30 anos – e o Acidente com o Césio – 137

Goiânia 30 anos e acidente com Césio 137 e um reflexão na ótica da Radiologia industrial e Radioproteção.

O vazamento do material, em 1987, foi considerado o maior desastre radiológico da história e pode ter deixou centenas de vítimas.

A curso de Radiologia Industrial e o Curso técnico Avançado promoveu em Setembro de 2017 o evento ” Goiânia 30 Anos – e o acidente com Césio 137 “.

Aconteceu durante a semana de 11  à 16 de Setembro e contou com a participação do corpo docente do curso de Radiologia Industrial médica da unidade do Curso Avançado coordenada pelo professor Josilto de Aquino.

Foram palestras, exposições, vídeos, workshop e muito debate sobre o maior acidente radiológico do mundo.

O tema foi debatido com alunos, especialistas, professores e incentivou também conversas em família e nos ciclos sociais de todos os participantes.

E isso foi uma grande oportunidade de pensarmos como sermos melhores em tudo; pessoas e profissionais diante uma tragédia dessas! – Josilto de Aquino.


 Um pouco mais sobre o acidente Césio 137. ocorrido em Goiânia em 1987 e é considerado o maior dos acidentes radiológico da história:

   A contaminação teve início em 13 de setembro de 1987, quando um aparelho utilizado em radioterapias foi encontrado dentro de uma clínica abandonada, no centro de Goiânia, em Goiás. O instrumento, foi transportado do local por catadores de um ferro-velho, que entenderam tratar-se de sucata. O objeto foi desmontado e dentro dele foi encontrado um pó (césio-137) que brilhava no escuro, tanto o instrumento quanto o pó foram repassados para terceiros, gerando um rastro de contaminação, o qual afetou seriamente a saúde de centenas de pessoas.

 Seis pessoas que tiveram contato direto com o césio-137 em pó, morreram devido à alta exposição ao material radiológico. A limpeza produziu 13 500 quilogramas de lixo atômico, que necessitou ser acondicionado em 14 contêineres que foram totalmente lacrados. Dentro destes estão 1 200 caixas e 2 900 tambores que permanecerão perigosos para o meio ambiente por 180 ano.

   A Associação das Vítimas do Césio 137 afirmaram que até o ano de 2012, quando o acidente completou 25 anos, cerca de 104 pessoas morreram nos anos seguintes pela contaminação, decorrente de câncer e outros problemas, e cerca de 1600 tenham sido afetadas diretamente.

“O acidente atingiu tantas pessoas porque aconteceu em uma zona urbana”, explica Alfredo Tranjam, presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Considerado o maior desastre radiológico da história, ele é tido como uma referência mundial pela Agência Internacional de Energia Atômica quando se pensa em intervenção para futuros acidentes.

(Crédito:CARLOS COSTA/O POPULAR/AE/Codigo imagem:42624)

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Curso de Radiologia Industrial 
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