Radiologia Industrial e a importância da Gamagrafia

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Curso de Radiologia Industrial

Gamagrafia Industrial na Radiologia Industrial – Sua Importância na Radiologia Industrial e Radioproteção e em diversas áreas no mercado promissor e que volta a aquecer com a estabilidade na economia.

Neste blog a Gamagrafia Industrial é o destaque em foco.

Na Radiologia Industrial a Gamagrafia Industrial é um ensaio não-destrutivo que permite avaliar diversos tipos de defeitos tanto em estruturas como em soldas. Na inspeção é produzido um filme radiográfico que permite ao inspetor de radiografia avaliar a qualidade da solda/equipamento e detetar os defeitos possíveis.

Entre os defeitos mais comuns estão: trincas, porosidade, falta ou excesso de penetração, falta de fusão, rechupe, sobreposição, inclusão de escória, mordedura, etc.

 

Caso estes defeitos sejam identificados na radiografia, o inspetor irá aprovar ou reprovar a solda/equipamento de acordo com o critério de aceitação escolhido para inspeção. O critério de aceitação é determinado pelo cliente final.

Na Radiologia Industrial, a exposição a agentes radioativos está presente na indústria pesada, por conta das análises e procedimentos que usam a radiação nuclear.  A tecnologia que utiliza raios gama, nada mais é do que uma inspeção radiográfica, que permite detectar defeitos, imperfeições e corrosões em grandes equipamentos e tubulações.

Por exemplo, na construção do gasoduto Brasil-Bolívia, a técnica foi utilizada para garantir a integridade da tubulação. Não se pode negar que essa ciência eleva os ganhos de produtividade e coloca o Brasil num patamar das grandes nações.

Mas é preciso entender também que esse procedimento envolve o uso de radiação e pode causar efeitos nocivos graves ao ser humano, se houver contato direto. É nessa hora que a segurança em trabalhos de radiografia industrial deve priorizar as ações máximas de prevenção, seguindo à risca as normas e legislação.

Até porque, o potencial de contaminação em um acidente com utilização de fonte radioativa pode colocar não apenas trabalhadores em atividade com a técnica, mas cidades inteiras em risco.

As Fonte utilizadas – 

Na Radiologia Industrial as fontes tradicionalmente utilizadas na Gamagrafia Industrial são dos seguintes isótopos radioativos (radioisótopos): Irídio-192, Selênio-75 e Cobalto-60, entre outros.

Devido à diferença de energia da radiação emitida por estes radioisótopos, e portanto, ao diferente poder de penetração de cada um, cada uma destas fontes é escolhida de acordo com a espessura do equipamento que será inspecionado.

As faixas de espessura para cada fonte são especificadas no procedimento de execução da empresa, mas normalmente o Selênio-75 é utilizado para espessuras mais baixas de material, o irídio-192 para espessuras intermediárias e o Cobalto-60 para espessuras maiores.

Uma grande vantagem da inspeção Na Radiologia Industrial por Gamagrafia Industrial é a portabilidade/mobilidade que a modalidade oferece.

Os irradiadores de Gamagrafia Industrial têm peso e dimensões que permitem que sejam empregados em praticamente em todos os tipos de obras: podem ser utilizados no interior de caldeiras, no alto de uma torre, no interior de navios em construção, em espaços confinados, em trabalhos em altura e etc.

A importância da segurança na Gamagrafia – 

Na Radiologia Industrial, as fontes empregadas na gamagrafia industrial são fontes do tipo selada. Neste caso, o material radioativo é acondicionado em uma capsula de aço construída de forma a garantir que não haverá vazamento de material para o seu exterior.

A capsula passa por diversos testes destrutivos e, ao final do processo, recebe um certificado de fonte selada.

Desta forma, o único risco que estas fontes oferecem, ainda que elevado, é o risco de exposição à radiação ionizante. O risco de contaminação está descartado.

 

Fontes: IPEN – Instituto de pesquisas energética e Nucleares. (https://www.ipen.br) / Blog Emily Sobral /

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